Miss. Rodrygo Gonçalves

Vejam, o Senhor, o seu Deus, põe diante de vocês esta terra. Entrem na terra e tomem posse dela, conforme o Senhor, o Deus dos seus antepassados, lhes disse. Não tenham medo nem desanimem. Dt 1:21

domingo, 26 de setembro de 2010

Amor e Sexo

“Pão e circo” era o jeito dos ditadores romanos dominarem o povo. Era só dar comida e diversão que o povo obedecia. Isso explica bem por que os poderosos de hoje promovem tanto o sexo como diversão. Sexo é melhor que a vida, aborte! Sexo é melhor que o amor, fique com todos! Sexo é melhor que a família, se divorciem! Sexo é mais importante do que as pessoas, consuma pornografia! Sexo é mais importante do que a alma, use camisinha (mesmo que ela não proteja seus sentimentos). E você, o que quer? O que não quer? A Maioria está hipnotizada pela política e pelo marketing do sexo. A maioria não sabe diferenciar sexo de amor. A maioria não sabe o que quer – mandam usar camisinha e eles usam tanto quanto podem – mesmo ao custo do corpo e da alma.

"O Reino dos céus é como um tesouro escondido num campo. Certo homem, tendo-o encontrado, escondeu-o de novo e, então, cheio de alegria, foi, vendeu tudo o que tinha e comprou aquele campo. O Reino dos céus também é como um negociante que procura pérolas preciosas. Encontrando uma pérola de grande valor, foi, vendeu tudo o que tinha e a comprou.” Mt 13: 44-46 NVI

Jesus estava dizendo que viver de acordo com os princípios de Deus é muito melhor. Quem descobre o bom que é deixar de lado tudo que tinha para ficar com o que encontro. Sexo do jeito que as pessoas fazem, produz egoísmo, frustração, traição, infidelidade, divórcio, tristeza, estupro, pedofilia, dor, solidão, gravidez precoce, prostituição, promiscuidade, AIDS, outras doenças e coisas assim. Mas tudo muda quando você muda. Você pode rejeitar a manipulação de seus desejos pela política e pelo marketing. Você pode esperar para fazer sexo como a pessoas que você vai amar por toda sua vida.

“Portanto, Alegre-se com a sua mulher, seja feliz com a moça com quem você casou.” Pv 5:18

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Ser e Crer (Religião)

Há religiões para todos os gostos, para todos os bolsos – parece um negocio, um supermercado. Tem religião protegido pelo Estado, financiada com impostos em nome da cultura; tem religião que a gente não sabe para que existe. Tem gente religiosa que fala uma coisa e vive outra. Tem gente enganando e gente acreditando. Tem gente dizendo que a ciência é deus e gente pensando que é verdade. E você, no que acredita? De quem duvida? A maioria acredita duvidando. Deus existe, mas o diabo, talvez não. Deus existe, mas não está nem aí. De que adianta uma fé fraca assim? Mas tudo muda quando você muda! Você pode levar esse assunto a sério; pode ir além das religiões e dos rituais. Você pode achar liberdade no conhecimento da verdade!
"O que acham? Havia um homem que tinha dois filhos. Chegando ao primeiro, disse: 'Filho, vá trabalhar hoje na vinha'. E este respondeu: 'Não quero!' Mas depois mudou de idéia e foi. O pai chegou ao outro filho e disse a mesma coisa. Ele respondeu: 'Sim, senhor!' Mas não foi. ‘Qual dos dois fez a vontade do pai?’ ‘O primeiro’, responderam eles. Jesus lhes disse: ‘Digo-lhes a verdade: Os publicanos e as prostitutas estão entrando antes de vocês no Reino de Deus. Porque João veio para lhes mostrar o caminho da justiça, e vocês não creram nele, mas os publicanos e as prostitutas creram. E, mesmo depois de verem isso, vocês não se arrependeram nem creram nele’”. Mt 21:28-32
Jesus estava falando de pessoas que inicialmente perecem religiosas, mas não levam a fé a sério. Para elas a religião é só um ritual. Essas pessoas não encontram Deus. Então há aqueles que de inicio nem parecem muito espirituais, mas quando resolvem crer, tudo muda! Você pode crer. Você pode mudar.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Por que, porquê?

Por que, porquê?

Se Você pudesse perguntar qualquer coisa a Jesus, o que seria? Aqui estão cinco perguntas da nossa geração para as quais achamos respostas de Jesus. 


1.      O Mundo devia ser um lugar maravilhoso, por que está cheio de violência e destruição?
“A pessoa boa tira o bem do depósito de coisas boas que tem no seu coração. E a pessoa má tira o mal do seu depósito de coisas más. Pois a boca fala daquilo que o coração está cheio.” Lc 6:45 NTLH

2.     E como foi que o coração das pessoas ficou tão cheio de coisas ruins?
“Deus disse: Este povo me honra com os lábios, mas o seu coração está longe de mim.” Mt 15:8 NVI

3.     E onde está Dues em tudo isso?
“... Deus amou o mundo tanto, que deu seu único filho , para que todo aquele que nele crer não morra, mas tenha a vida eterna. Pois Deus mandou o seu filho para salvar o mundo e não para julgá-lo.” Jo 3:16,17 NTLH

4.    E onde eu entro nessa história? Qual a minha parte na transformação das pessoas e do mundo?
Novamente Jesus disse: Paz seja com vocês! Assim como o Pai me enviou, eu os envio". Jo 20:21 NVI

5.     Como eu posso começas a cooperar com Jesus na transformação das pessoas deste mundo?
Jesus dizia a todos: "Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome diariamente a sua cruz e siga-me. Lc 9:23 NVI
Primeiro precisamos ser transformados para então transforma o mundo. É uma solução radical para um problema enorme. É por que agente diz: Tudo muda quando você muda. Então, você vai mudar ou vai ficar na mesma?

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Com o futuro não se brinca! Vote com seriedade

Mais uma eleição se avizinha e duas opiniões antagônicas e radicais têm sido adotadas por muitos cristãos. Dois extremos que precisam ser evitados para que a igreja não caia no fosso entre a alienação e o comprometimento.

De um lado estão os que se envolvem no processo, apoiando candidatos indicados pela liderança da igreja. Qualquer que ouse questionar é reputado por rebelde.

Do outro lado estão os que defendem o distanciamento da igreja do processo político eleitoral.

Há que se buscar o ponto de equilíbrio. A igreja, enquanto instituição, deve manter-se isenta, permitindo que seus membros exerçam cabalmente sua cidadania. Porém isso não lhe tira a responsabilidade de orientá-los quanto ao uso consciente do direito de votar.

Não confundamos isenção com alienação, nem engajamento com comprometimento.

Uma igreja pode engajar-se no processo de conscientização, desempenhando o papel de agente politizador. Mas jamais deve comprometer-se com qualquer que seja a ideologia, partido ou candidatura, sob pena do prejuízo de seu papel profético.

Cada membro deve ser estimulado a pensar por si mesmo, e fazer suas próprias escolhas. Portanto, a função da igreja é pedagógica, não ideológica.

A despeito disso, um número cada vez mais expressivo de cristãos tem se engajado em campanhas políticas. Uns até movidos por ideais (ainda que ingenuamente), outros por interesses pessoais.

Aproveitando-se disso, candidatos ávidos pelos votos dos fiéis assediam sistematicamente as igrejas durante a época de eleições.

O que para alguns líderes pode ser traduzido como provisão de Deus em tempo de crise, para outros menos ingênuos, tal assédio revela o caráter oportunista e desonesto de nossa classe política, e por isso, deve ser rechaçado.

Para fazer a ponte entre pastores e políticos surge a figura do pulpiteiro, geralmente alguém pertencente ao meio evangélico ou egresso dele, e que domina o evangeliquês. Num País de 46 milhões de evangélicos, o pulpiteiro pode pesar mais para uma candidatura do que o marketeiro profissional.

Mesmo alguns líderes tidos como referência ética no meio, acabam cedendo ao assédio do pulpiteiro. A lógica é simples: se a maioria se beneficia disso, por que ficar de fora? Que mal haveria em aceitar uma oferta generosa para apoiar publicamente um candidato?

Ademais, parece mais simples (e conveniente) apontar um candidato, do que ensinar o povo a votar com consciência.

Não é debalde que durante esta época muitas igrejas concluem suas obras, adquirem equipamento novo de som, ou aquela tão sonhada propriedade para a construção do novo templo. É também nesta época que muitos líderes eclesiásticos desfilam de carro novo, ou anunciam à igreja que depois de tanto tempo de trabalho ininterruptos, finalmente sairá em férias com a família logo após os festejos de fim de ano.
O que está em jogo, afinal?

Não é apenas a postura ética que escorre pelo ralo da conveniência. Um candidato capaz de oferecer propina (este é o nome correto) em troca de votos, do que será capaz depois de eleito?

E mais: de onde ele consegue tanto dinheiro para bancar esta compra de votos no atacado? Que grupos estariam por trás de sua candidatura? Que interesses têm?

Portanto, líderes que se rendem (ou se vendem) às propostas destes políticos estão cometendo traição. Traem seu povo, sua consciência, seus votos ministeriais, e o pior, seu Deus.

Deveriam ler atentamente a advertência proferida pelos lábios do profeta Isaías:

“Os teus príncipes são rebeldes, companheiros de ladrões; cada um deles ama o suborno, e corre atrás de presentes. Não fazem justiça ao órfão, e não chega perante eles a causa das viúvas”. Isaías 1:23

Está na hora de darmos um basta nesta famigerada prática. Púlpito não é palanque, e igreja não é curral eleitoral, mas aprisco das ovelhas de Cristo.

Pastores, preparem-se para prestar contas ao dono da Igreja. Deus não os terá por inocentes. Portanto, “apascentai o rebanho de Deus, que está entre vós, tendo cuidado dele, não por força, mas voluntariamente, não por torpe ganância, mas de boa vontade, não como dominadores dos que vos foram confiados, mas servindo de exemplo ao rebanho. E, quando se manifestar o sumo Pastor, recebereis a imarcescível coroa de glória” (1 Pe. 5:2-4).

Embora reconheçamos a postura antiética e vexatória de muitos líderes no que tange à política, não podemos nos afastar do processo político, mas nos engajar no afã de produzir entre as ovelhas de Cristo uma consciência política sadia e honrosa.

Cidadania celestial e cidadania terrena não são necessariamente excludentes. Como cristãos comprometidos com o futuro da humanidade, precisamos encarnar os valores e princípios do reino de Deus e expressá-los através de nossa conduta no processo político/eleitoral.

Hermes Fernandes