Miss. Rodrygo Gonçalves

Vejam, o Senhor, o seu Deus, põe diante de vocês esta terra. Entrem na terra e tomem posse dela, conforme o Senhor, o Deus dos seus antepassados, lhes disse. Não tenham medo nem desanimem. Dt 1:21

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Deputados Estaduais Eleitos no Pará.



Partido
Candidato
Votos
01
PSOL
EDMILSON RODRIGUES
85.411
02
DEM
MÁRCIO MIRANDA
67.516
03
PSDB
PIONEIRO
54.047
04
PMDB
SIMONE MORGADO
50.944
05
PT
CHICO DA PESCA
49.427
06
PSDB
SIDNEY ROSA
48.912
07
PT
BORDALO
45.070
08
PSDB
ALEXANDRE VON
44.837
09
PSDB
CILENE COUTO
43.852
10
PMDB
MARTINHO CARMONA
43.452
11
PTB
JÚNIOR FERRARI
43.238
12
PR
JUNIOR HAGE
41.835
13
PTB
TIÃO MIRANDA
41.193
14
PSDB
MEGALE
40.082
15
PMDB
CHICÃO
39.851
16
PT
VALDIR GANZER
37.451
17
PSDB
ANA CUNHA
35.332
18
PT
BERNADETE
33.736
19
PT
AIRTON FALEIRO
32.853
20
PTB
EDUARDO COSTA
32.451
21
PR
LUZINEIDE
32.407
22
PT
EDILSON MOURA
32.385
23
PMDB
NILMA LIMA
30.032
24
PMDB
PARSIFAL
29.863
25
PMDB
ANTONIO ROCHA
28.976
26
PDT
FERNANDO COIMBRA
28.950
27
PR
ELIEL FAUSTINO
28.537
28
PMDB
JOSEFINA
28.466
29
PMDB
MACARRÃO
28.120
30
PDT
PIO X
26.264
31
PSB
CASSIO ANDRADE
25.383
32
PSB
BELO
24.292
33
PV
GABRIEL GUERREIRO
23.541
34
PMN
ALESSANDRO NOVELINO
23.383
35
PR
RAIMUNDO SANTOS
23.250
36
PT
ZE MARIA
23.116
37
PT
MILTON ZIMMER
22.906
38
PT
ALFREDO COSTA
22.762
39
PPS
JOÃO SALAME
22.118
40
PRB
PASTOR DIVINO
22.112
41
PSC
HILTON AGUIAR
15.611
Fonte :Deputado Parsifal

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

O que significa: "ZONA" Eleitoral?

*QUANDO TUDO VOLTAR AO NORMAL...
 
Será o dia em que:
LULA será somente um animal marinho;
Dilmaaaaa! será um personagem da idade da pedra!
Michael será apenas o rei do pop,
MARINA será simplesmente uma canção!
SERRA será apenas uma ferramenta!
Geraaaldo um humorista,
ROMEU o apaixonado por Julieta!
MARTA jogadora da seleção,
RENAM será um ídolo do Vôlei;
JOBIM será lembrado só pela música;
PIRES será apenas apoio da xícara;
GENUÍNO será algo verdadeiro;
GENRO apenas o marido da filha;
SEVERINO apenas o porteiro do prédio,
FREUD voltará a ser só o criador da Psicanálise;
LORENZETTI será só uma marca de chuveiro;
GREENHALGH voltará a ser um almirante que participou de nossa história;


Dirceu, Palloci, Delúbio, Silvio Pereira, Berzoini,
Gedimar,Valdebran,Valdomiro, Bargas, Expedito Veloso, Gushiken, Marcos Valério, Erenice, etc, serão simples PRESIDIÁRIOS .
Agora, quando olho meu titulo de eleitor entendo o verdadeiro significado da palavra 'ZONA ELEITORAL' !!!
 
Autor desconhecido.

domingo, 26 de setembro de 2010

Amor e Sexo

“Pão e circo” era o jeito dos ditadores romanos dominarem o povo. Era só dar comida e diversão que o povo obedecia. Isso explica bem por que os poderosos de hoje promovem tanto o sexo como diversão. Sexo é melhor que a vida, aborte! Sexo é melhor que o amor, fique com todos! Sexo é melhor que a família, se divorciem! Sexo é mais importante do que as pessoas, consuma pornografia! Sexo é mais importante do que a alma, use camisinha (mesmo que ela não proteja seus sentimentos). E você, o que quer? O que não quer? A Maioria está hipnotizada pela política e pelo marketing do sexo. A maioria não sabe diferenciar sexo de amor. A maioria não sabe o que quer – mandam usar camisinha e eles usam tanto quanto podem – mesmo ao custo do corpo e da alma.

"O Reino dos céus é como um tesouro escondido num campo. Certo homem, tendo-o encontrado, escondeu-o de novo e, então, cheio de alegria, foi, vendeu tudo o que tinha e comprou aquele campo. O Reino dos céus também é como um negociante que procura pérolas preciosas. Encontrando uma pérola de grande valor, foi, vendeu tudo o que tinha e a comprou.” Mt 13: 44-46 NVI

Jesus estava dizendo que viver de acordo com os princípios de Deus é muito melhor. Quem descobre o bom que é deixar de lado tudo que tinha para ficar com o que encontro. Sexo do jeito que as pessoas fazem, produz egoísmo, frustração, traição, infidelidade, divórcio, tristeza, estupro, pedofilia, dor, solidão, gravidez precoce, prostituição, promiscuidade, AIDS, outras doenças e coisas assim. Mas tudo muda quando você muda. Você pode rejeitar a manipulação de seus desejos pela política e pelo marketing. Você pode esperar para fazer sexo como a pessoas que você vai amar por toda sua vida.

“Portanto, Alegre-se com a sua mulher, seja feliz com a moça com quem você casou.” Pv 5:18

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Ser e Crer (Religião)

Há religiões para todos os gostos, para todos os bolsos – parece um negocio, um supermercado. Tem religião protegido pelo Estado, financiada com impostos em nome da cultura; tem religião que a gente não sabe para que existe. Tem gente religiosa que fala uma coisa e vive outra. Tem gente enganando e gente acreditando. Tem gente dizendo que a ciência é deus e gente pensando que é verdade. E você, no que acredita? De quem duvida? A maioria acredita duvidando. Deus existe, mas o diabo, talvez não. Deus existe, mas não está nem aí. De que adianta uma fé fraca assim? Mas tudo muda quando você muda! Você pode levar esse assunto a sério; pode ir além das religiões e dos rituais. Você pode achar liberdade no conhecimento da verdade!
"O que acham? Havia um homem que tinha dois filhos. Chegando ao primeiro, disse: 'Filho, vá trabalhar hoje na vinha'. E este respondeu: 'Não quero!' Mas depois mudou de idéia e foi. O pai chegou ao outro filho e disse a mesma coisa. Ele respondeu: 'Sim, senhor!' Mas não foi. ‘Qual dos dois fez a vontade do pai?’ ‘O primeiro’, responderam eles. Jesus lhes disse: ‘Digo-lhes a verdade: Os publicanos e as prostitutas estão entrando antes de vocês no Reino de Deus. Porque João veio para lhes mostrar o caminho da justiça, e vocês não creram nele, mas os publicanos e as prostitutas creram. E, mesmo depois de verem isso, vocês não se arrependeram nem creram nele’”. Mt 21:28-32
Jesus estava falando de pessoas que inicialmente perecem religiosas, mas não levam a fé a sério. Para elas a religião é só um ritual. Essas pessoas não encontram Deus. Então há aqueles que de inicio nem parecem muito espirituais, mas quando resolvem crer, tudo muda! Você pode crer. Você pode mudar.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Por que, porquê?

Por que, porquê?

Se Você pudesse perguntar qualquer coisa a Jesus, o que seria? Aqui estão cinco perguntas da nossa geração para as quais achamos respostas de Jesus. 


1.      O Mundo devia ser um lugar maravilhoso, por que está cheio de violência e destruição?
“A pessoa boa tira o bem do depósito de coisas boas que tem no seu coração. E a pessoa má tira o mal do seu depósito de coisas más. Pois a boca fala daquilo que o coração está cheio.” Lc 6:45 NTLH

2.     E como foi que o coração das pessoas ficou tão cheio de coisas ruins?
“Deus disse: Este povo me honra com os lábios, mas o seu coração está longe de mim.” Mt 15:8 NVI

3.     E onde está Dues em tudo isso?
“... Deus amou o mundo tanto, que deu seu único filho , para que todo aquele que nele crer não morra, mas tenha a vida eterna. Pois Deus mandou o seu filho para salvar o mundo e não para julgá-lo.” Jo 3:16,17 NTLH

4.    E onde eu entro nessa história? Qual a minha parte na transformação das pessoas e do mundo?
Novamente Jesus disse: Paz seja com vocês! Assim como o Pai me enviou, eu os envio". Jo 20:21 NVI

5.     Como eu posso começas a cooperar com Jesus na transformação das pessoas deste mundo?
Jesus dizia a todos: "Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome diariamente a sua cruz e siga-me. Lc 9:23 NVI
Primeiro precisamos ser transformados para então transforma o mundo. É uma solução radical para um problema enorme. É por que agente diz: Tudo muda quando você muda. Então, você vai mudar ou vai ficar na mesma?

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Com o futuro não se brinca! Vote com seriedade

Mais uma eleição se avizinha e duas opiniões antagônicas e radicais têm sido adotadas por muitos cristãos. Dois extremos que precisam ser evitados para que a igreja não caia no fosso entre a alienação e o comprometimento.

De um lado estão os que se envolvem no processo, apoiando candidatos indicados pela liderança da igreja. Qualquer que ouse questionar é reputado por rebelde.

Do outro lado estão os que defendem o distanciamento da igreja do processo político eleitoral.

Há que se buscar o ponto de equilíbrio. A igreja, enquanto instituição, deve manter-se isenta, permitindo que seus membros exerçam cabalmente sua cidadania. Porém isso não lhe tira a responsabilidade de orientá-los quanto ao uso consciente do direito de votar.

Não confundamos isenção com alienação, nem engajamento com comprometimento.

Uma igreja pode engajar-se no processo de conscientização, desempenhando o papel de agente politizador. Mas jamais deve comprometer-se com qualquer que seja a ideologia, partido ou candidatura, sob pena do prejuízo de seu papel profético.

Cada membro deve ser estimulado a pensar por si mesmo, e fazer suas próprias escolhas. Portanto, a função da igreja é pedagógica, não ideológica.

A despeito disso, um número cada vez mais expressivo de cristãos tem se engajado em campanhas políticas. Uns até movidos por ideais (ainda que ingenuamente), outros por interesses pessoais.

Aproveitando-se disso, candidatos ávidos pelos votos dos fiéis assediam sistematicamente as igrejas durante a época de eleições.

O que para alguns líderes pode ser traduzido como provisão de Deus em tempo de crise, para outros menos ingênuos, tal assédio revela o caráter oportunista e desonesto de nossa classe política, e por isso, deve ser rechaçado.

Para fazer a ponte entre pastores e políticos surge a figura do pulpiteiro, geralmente alguém pertencente ao meio evangélico ou egresso dele, e que domina o evangeliquês. Num País de 46 milhões de evangélicos, o pulpiteiro pode pesar mais para uma candidatura do que o marketeiro profissional.

Mesmo alguns líderes tidos como referência ética no meio, acabam cedendo ao assédio do pulpiteiro. A lógica é simples: se a maioria se beneficia disso, por que ficar de fora? Que mal haveria em aceitar uma oferta generosa para apoiar publicamente um candidato?

Ademais, parece mais simples (e conveniente) apontar um candidato, do que ensinar o povo a votar com consciência.

Não é debalde que durante esta época muitas igrejas concluem suas obras, adquirem equipamento novo de som, ou aquela tão sonhada propriedade para a construção do novo templo. É também nesta época que muitos líderes eclesiásticos desfilam de carro novo, ou anunciam à igreja que depois de tanto tempo de trabalho ininterruptos, finalmente sairá em férias com a família logo após os festejos de fim de ano.
O que está em jogo, afinal?

Não é apenas a postura ética que escorre pelo ralo da conveniência. Um candidato capaz de oferecer propina (este é o nome correto) em troca de votos, do que será capaz depois de eleito?

E mais: de onde ele consegue tanto dinheiro para bancar esta compra de votos no atacado? Que grupos estariam por trás de sua candidatura? Que interesses têm?

Portanto, líderes que se rendem (ou se vendem) às propostas destes políticos estão cometendo traição. Traem seu povo, sua consciência, seus votos ministeriais, e o pior, seu Deus.

Deveriam ler atentamente a advertência proferida pelos lábios do profeta Isaías:

“Os teus príncipes são rebeldes, companheiros de ladrões; cada um deles ama o suborno, e corre atrás de presentes. Não fazem justiça ao órfão, e não chega perante eles a causa das viúvas”. Isaías 1:23

Está na hora de darmos um basta nesta famigerada prática. Púlpito não é palanque, e igreja não é curral eleitoral, mas aprisco das ovelhas de Cristo.

Pastores, preparem-se para prestar contas ao dono da Igreja. Deus não os terá por inocentes. Portanto, “apascentai o rebanho de Deus, que está entre vós, tendo cuidado dele, não por força, mas voluntariamente, não por torpe ganância, mas de boa vontade, não como dominadores dos que vos foram confiados, mas servindo de exemplo ao rebanho. E, quando se manifestar o sumo Pastor, recebereis a imarcescível coroa de glória” (1 Pe. 5:2-4).

Embora reconheçamos a postura antiética e vexatória de muitos líderes no que tange à política, não podemos nos afastar do processo político, mas nos engajar no afã de produzir entre as ovelhas de Cristo uma consciência política sadia e honrosa.

Cidadania celestial e cidadania terrena não são necessariamente excludentes. Como cristãos comprometidos com o futuro da humanidade, precisamos encarnar os valores e princípios do reino de Deus e expressá-los através de nossa conduta no processo político/eleitoral.

Hermes Fernandes

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Pastores de ovelhas x administradores de empresas

Meu objetivo com esse tema não é o de criar um debate, mas quero fazer algumas observações quando ao que está acontecendo em nosso Brasil. Principalmente quando se trata do rebanho do Senhor e daqueles que foram chamados para cuidar das ovelhas do mestre.

Alguns dias atrás, visitando algumas comunidades do orkut deparei-me com a comunidade do pastor Ciro Sanches, um sábio escritor que vem se destacando em blog pelo seu desempenho como ministro do evangelho e escritor. Nesse blog um visitante comentou algo sobre pastores leigos, que sem o conhecimento necessário estão por esse nosso Brasil pastoreando muitas igrejas, alguns até, eu entendo, que se fazem necessários devido a regiões sem escolas, porém outros usam o título de pastor devido a divisões eclesiásticas, alguns se auto-consagram e por uma interpretação errônea das escrituras propagam ensinamentos que hermeneuticamente fogem das verdades bíblicas.

Porém o que desejo tratar aqui não é isso, mas de um assunto que se tem alarmado nesses últimos dias, onde muitos líderes estão consagrando seus membros a pastores, mesmo sem terem nenhuma chamada ou quando têm, é para outro ofício.Pessoas que têm um diploma de teologia, porque têm um ótimo relacionamento social e eclesiástico já estão sendo consagradas, não por chamada, mas por posições social e acadêmica.

Concordo plenamente que uma pessoa que freqüentou um seminário por três ou quatro anos tem capacidade para exercer cargos em uma igreja, até porque estudou para isso, porém para ser um Pastor é necessário uma chamada divina e não um canudo acadêmico.

Nossas igrejas hoje estão mais sofisticadas, temos ótimos professores de escola dominical que estão muito bem preparados para ensinar; temos pessoas na igreja com ótima capacidade de comunicarem-se que se apresentam impecáveis, com seus ternos belos e caros , com voz bem modulada, movimentos ensaiados, ótimos comunicadores que usam com perfeição o rádio e a televisão. Tudo isso é muito bom, e necessário para a igreja do século XXI, porém ainda falta alguma coisa.

Nossos púlpitos não precisam somente de intelectuais, mas de Pastores que amem as ovelhas, que se importem com elas, que se preocupem em alimentá-las com a genuína palavra de Deus, que façam visitas não somente aos empresários ou aqueles que dão um dízimo alto, mas também ao mais pobre que muitas das vezes não tem oferta para dar, mas que nas madrugadas está lá no seu quartinho de joelhos humildemente orando pelo seu pastor e sua família.

O grito das ovelhas é por Pastores, mas a liderança que temos hoje, ou melhor, o modelo de líderes que temos buscado, não está satisfazendo os anseios das almas das ovelhas de Jesus Cristo. Temos tecnologia, bom administradores, bons professores, excelentes gerentes que tocam a igreja, mas muito pouco Pastores.

Nossas igrejas estão se transformando em empresas e nossos pastores em administradores, que quando estão perdendo as almas (clientes), não estão indo atrás e nem fazendo visitas, mas apenas trazendo inovações para atrair os crentes novamente ao seio da igreja, o problema é que esses métodos (promoções) são falsificados ou importados dos EUA.

Isso quando não se fazem grandes congressos com nomes de pessoas que entraram para o evangelho, porém o evangelho ainda não penetrou nelas. Pessoas que tiraram a glória que pertence a Cristo e a transferiram para elas, os famosos "gospel stars", que cobram fortunas para pregar e cantar, mas que estão com a vida totalmente torta. Pregadores que convidam as pessoas para aceitarem Jesus, quando são elas que deveriam descer do púlpito para aceitar Jesus de novo.


Muitos “pastores” - se é que os posso chamar assim - sabem da arrogância e da carnalidade que esses "gospel stars" estão vivendo, mas os convida para ocupar púlpitos que deveriam ser usados somente por aqueles que tem uma vida reta com Deus. Não estão interessados na vida espiritual das ovelhas, mas sim na lã que elas oferecem. Enchem igrejas (quantidade), com essas inovações, que irresponsavelmente estão trazendo pensando que elas sejam de Deus, porém com isso estão diminuindo o mover do Espírito Santo (qualidade) que deveria ser o ponto de referência dessas igrejas.Precisamos de Pastores que cuidem de ovelhas e não de "pastores" administradores de empresas.

Paulo Cézar de Lima - Assembléia de Deus –Itararé SP


sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Pastores, deixem de sufocar a igreja

“Mas os que andavam dispersos iam por toda a parte anunciando a palavra.” Atos 8:4

Um organismo precisa respirar para continuar vivo. A respiração é um movimento de mão dupla. Inspiramos e aspiramos. O ar entra por nossas narinas, atravessa nossa traquéia, e enche nossos pulmões, para depois ser devolvido à atmosfera.

Tente manter o ar preso em seus pulmões por alguns segundos. Você vai ficando vermelho, seus olhos começam a lacrimejar, até que você não agüenta mais e solta o ar.

Não é simplesmente do ar que necessitamos, mas da entrada e saída ininterrupta deste ar. Sem ar pra respirar, morremos. E prendendo o mesmo ar dentro de nós, também morremos.

A igreja de Cristo é um organismo vivo que também necessita respirar.

Em Seu discurso de despedida, Jesus garantiu aos Seus discípulos que lhes enviaria o Espírito Santo a fim de fossem capacitados sobrenaturalmente a dar testemunho do Evangelho:

“Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até os confins da terra” (At.1:8).

A palavra traduzida neste texto por ‘poder’ é dinamus, que dá origem a alguns vocábulos em português, como dinamismo, dinâmica e até dinamite. Dinamus significa poder em movimento.

O Espírito Santo não apenas capacitaria os discípulos a testemunhar, como também os levaria a lugares e circunstâncias jamais imaginadas por eles, para que cumprissem a sua missão.

O mesmo Espírito que nos atrai a Cristo, nos transforma, também nos envia ao mundo.

Narrando sua experiência de conversão perante o rei Agripa, Paulo diz que Jesus se lhe apareceu, dizendo: “Eu sou Jesus, a quem tu persegues. Agora levanta-te e põe-te em pé. Eu te apareci por isto, para te fazer ministro e testemunha tanto das coisas que tens visto como daquelas pelas quais te aparecerei ainda. Eu te livrarei deste povo, e dos gentios, a quem agora te envio, para lhes abrir os olhos, e das trevas os converter à luz...” (At.26:15b-18a).

Observe que a comissão de Paulo se deu no exato momento de sua conversão.

O dinamus do Espírito exerce na igreja uma força centrípeta e centrífuga. Ele atrai, transforma e imediatamente envia.

Não há intervalo! Todos os que são chamados, são também enviados.

Quando o endemoninhado gadareno se viu livre de sua possessão, quis deixar tudo para seguir a Jesus, mas recebeu d’Ele outra ordem: “Volta para casa e conta quão grandes coisas Deus fez por ti” (Lc.8:39a).

No reino de Deus tudo é muito prático. Porém, quando a igreja se institucionalizou, tratou de burocratizar o que antes era promovido pela dinâmica do Espírito.

Quanto tempo de preparo precisou a mulher samaritana para atrair toda uma cidade a Cristo? Foi só o tempo de deixar seu cântaro, ir à cidade e anunciar ao seu povo: “Vinde, vede um homem que me disse tudo o que tenho feito. Poderia ser este o Cristo?” (Jo.4:29). Mesmo sabendo que Jesus era o Cristo, ela preferiu instigar aquele povo à curiosidade. Em vez de apresentar uma contundente resposta, ela instigou-os a questionar.

E aqui nos deparamos com uma importante questão: será que para testemunhar do amor de Cristo temos que esperar até que todas as nossas questões sejam respondidas?

Precisamos desburocratizar e dinamizar o processo de evangelização com urgência.

Ninguém necessita de um mestrado em teologia para anunciar aos seus amigos e familiares quão grandes coisas fez o Senhor em sua vida.

Não temos o direito de impedir o trânsito pelas portas do reino de Deus. Muitos agem como os fariseus e religiosos contemporâneos de Jesus, que se punham à porta, não entravam e não deixavam ninguém entrar. E quando alguém demonstra desejo de sair testemunhando do amor de Deus, tratam de jogar-lhe um balde de água fria.

A estes, diz o Senhor: “Mas ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Fechais o reino dos céus aos homens. Vós mesmos não entrais, nem deixais entrar aos que estão entrando” (Mt.23:13).

Temos que manter o trânsito livre, e para isso, o caminho tem que está desobstruído.

Veja o que Jesus disse sobre isso:

“Eu sou a porta. Todo aquele que entrar por mim, salvar-se-á. Entrará e sairá, e achará pastagens” (Jo.10:9).

Há um detalhe neste verso que tem passado despercebido. O caminho para o Reino é uma via de mão dupla. Quem entra, tem que sair. E o mais surpreendente é que só depois de sair que se acha pastagens.

As pastagens não estão do lado de dentro da cidade, mas lá fora, entre os vales e montanhas da realidade social e cultural na qual peregrinamos.

Muitos acham que vão encontrar tais pastagens do lado de dentro da igreja. Por isso, entram, e não querem mais sair. Ficam viciados em igreja.

Assim como ar que respiramos tem que ser devolvido à atmosfera, temos que devolver ao mundo as pessoas que entram na igreja. Por favor, não se escandalize ainda. Continue sua leitura, e veja se o que digo não faz sentido.

Qualquer espiritualidade que não nos devolva à realidade é maléfica e alucinógena.

Se não concorda comigo, tente concordar com Cristo, que em Sua prece sacerdotal, rogou ao Pai:

“Não peço que os tires do mundo, mas que os guardes do mal. Eles não são do mundo, como eu do mundo não sou. Santifica-os na verdade, a tua palavra é a verdade. Assim como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo” (Jo.17:15-18).

Não se trata de uma questão facultativa. Fomos chamados, santificados e enviados ao mundo. Os pés formosos de que diz a Escritura, são os que estão enlameados pelo chão da vida.

Cuidado pra não confundir santificação com alienação.

A igreja não pode ser uma redoma para os seus membros. Ela tem que ser um liquidificador. Experimente colocar várias frutas em seu liquidificador. Ao ligá-lo, elas serão processadas e se tornarão numa deliciosa vitamina. A hélice do eletrodoméstico exerce a força centrípeta e centrífuga. Ela atrai as frutas para si, processando-as ao mesmo tempo em que as empurra para fora. É isso que o Espírito Santo almeja fazer na igreja.

O mesmo Cristo que diz ‘vinde’, também diz ‘ide’. E não há intervalo. A gente já vem indo, e já vai vindo.

Em vez de despendermos energia e dinheiro numa mirabolante estratégia de evangelismo (ou seria de marketing?), que tal abrir a porteira do aprisco, permitindo que as pessoas transitem normalmente pelo mundo, testemunhando o que Deus fizera em suas vidas? Haveria estratégia melhor e mais eficiente do que esta?

Elas não precisam esperar por um "ide" personalizado, vindo direto dos lábios de Cristo para elas. Não!

A bem da verdade, todos que viemos a Ele, já fomos liberados por Ele para ir. Já estamos no Caminho, indo e vindo no constante fluxo e refluxo da vida.

No texto original, Jesus não disse "ide", num tom imperativo, mas disse "indo", numa espécie de gerúndio existencial. O texto diz: "Indo por todo mundo, pregai o evangelho...". Queiramos ou não, já estamos na chuva, e quem está na chuva é pra se molhar.

O vinde é personalizado, mas o ide (ou indo) é generalizado.

Alguém poderá perguntar: E quanto aos riscos? Como enviar ao mundo pessoas despreparadas para testemunhar? Não seria melhor segurá-las o máximo de tempo possível, até que se vejam prontas?

Concordo. O risco não pode ser ignorado. Porém, vale a pena corrê-lo.

Jesus não ignorou os riscos ao enviar Seus discípulos ao mundo. Confira o que Ele diz:
“Ide. Eu vos envio como cordeiros ao meio de lobos” (Lc.10:3).

Neste texto em particular, o ide foi imperativo.

O que atenua os riscos é o fato de que o pastor das ovelhas vai à frente do seu rebanho.
“Mas aquele que entra pela porta é o pastor das ovelhas. A este o porteiro abre, as ovelhas ouvem a sua voz, e chama pelo nome às suas ovelhas, e as leva para fora. Quando tira para fora todas as ovelhas que lhe pertencem, vai adiante delas, e elas o seguem, porque conhecem a sua voz. Mas de modo nenhum seguirão o estranho, antes fugirão dele, porque não reconhecem a voz dos estranhos” (Jo. 10:2-5).

Será lá fora, no mundão, que as ovelhas de Jesus terão suas maiores experiências com Ele. O mundo será o cenário por onde Ele as conduzirá aos pastos verdejantes, às águas tranqüilas. E mesmo quando passarem pelo vale da sombra da morte, não terão o que temer, pois Seu cajado e Sua vara as protegerão.

O que a igreja deveria fazer é procurar levar as pessoas a uma intimidade tal com o Bom Pastor, que elas jamais confundam Sua voz com a voz do estranho. Em outras palavras, temos que aprender a discernir a voz de Deus no mundo. Seja no ambiente profissional, acadêmico, familiar, ou mesmo nos corredores do poder político, será a Sua voz que guiará a nossa consciência, e, por conseguinte, as nossas atitudes.

Portanto, já está na hora de liberarmos as ovelhas do Senhor para que cumpram sua missão de transformação do mundo.

Abramos a porteira, e deixemos o trânsito livre, pra que entrem e saiam, e assim, encontrem pastagem para as suas almas.

Não há motivo pra insegurança. Quem de fato é do Senhor, jamais abandonará seu redil. 
Hermes Fernendes

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Loucos Por Jesus

Existe louco pra tudo, existem loucos por carros, futebol, pessoas, jogos, orkut, videos, pela globo, músicas, msn, dinheiro, filmes, etc.
"De louco todo mundo tem muito ou pouco”.

Mas temos que ser loucos por Jesus que é a única loucura que vale a pena.

Nada pode ser maior em nós do que o amor que sentimos por Jesus, podemos e gostamos de varias coisas mas nada em nós pode ser maior que o amor que sentimos por Jesus. Seja louco por Jesus.

Uma realidade atual é a que os cristãos contam muitas vezes com "orgulho" as loucuras que fizeram antes
de se entregar a Cristo, os seus atos que prejudicaram outras pessoas, envergonharam a si mesmos e desagradaram a Deus. Mas não se ouve relatos de loucuras feitas por Jesus, pessoas que agem sem se preocupar com o que vão pensar delas, agem simplesmente para agradar a Deus.

Ex-traficante, ex-bruxo, ex-satanista, ex-semi-deus existem vários tipos de “ex” que contam testemunhos e a igreja vibra mas muitos desses "ex" contam suas loucuras feitas no passado e não no presente visto que o presente deles é apático, não são mais radicais, não são radicais por Jesus.

Faça loucuras maiores para Jesus do que as que você já fez para o diabo!

"Os ex- são a grande prova de que Deus ainda é poderoso para transformar Saulos matadores em Paulos apóstolos, só que muitas vezes morre Saulo que há em nós, mas não nasce um Paulo no lugar", Manual de loucuras por Jesus.

Nossas loucuras por Jesus demonstram o quanto o amamos visto que nossas atitudes falam mais que nossas palavras. Devemos ser moderados para o pecado e não para as coisas de Deus, para elas devemos ser loucos.

Nos dias de hoje as palavras caíram em descrédito e comprovamos as coisas com documentos (contratos, recibos e etc) e desde o novo testamento temos exemplos de que as palavras não bastam.

Pedro afirmo a Jesus que não o largaria mas após a afirmação o negou três vezes.

"E disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje, nesta noite, antes que o galo cante duas vezes, três vezes me negarás." Marcos 14:30.

Vemos que Paulo foi louco por Jesus e como prova disto vemos nesse trecho da bíblia o que ele passou por amor ao Senhor:

"Envergonhado o digo, como se nós fôssemos fracos, mas no que qualquer tem ousadia (com insensatez falo) também eu tenho ousadia. São hebreus? também eu. São israelitas? também eu. São descendência de Abraão? também eu. São ministros de Cristo? (falo como fora de mim) eu ainda mais: em trabalhos, muito mais; em açoites, mais do que eles; em prisões, muito mais; em perigo de morte, muitas vezes. Recebi dos judeus cinco quarentenas de açoites menos um. Três vezes fui açoitado com varas, uma vez fui apedrejado, três vezes sofri naufrágio, uma noite e um dia passei no abismo; Em viagens muitas vezes, em perigos de rios, em perigos de salteadores, em perigos dos da minha nação, em perigos dos gentios, em perigos na cidade, em perigos no deserto, em perigos no mar, em perigos entre os falsos irmãos; Em trabalhos e fadiga, em vigílias muitas vezes, em fome e sede, em jejum muitas vezes, em frio e nudez." 2Coríntios 11:21 a 27

Essa foi uma lista de loucuras que Paulo fez por Jesus mesmo sem tê-lo visto.

"Infelizmente hoje não se encontram aos montes como nos primeiros séculos do cristianismo”.

Atualmente o nível dos cristãos tem caído grandemente e os que são cristãos "normais" já se destacam, são vistos com outros olhos visto que o nível geral do povo tem sido baixo.

Ler a bíblia inteira é considerado coisa de outro mundo, orar, jejuar, evangelizar, coisas básicas na vida cristã já não é algo normal na vida cristã de muitos e temos que lutar para aumentar o nível do povo de Deus, estimular uns aos outros a sermos loucos por Jesus.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

O Homem de Deus!

Em 1 Samuel 2.27 fala sobre a profecia feita por um homem à Eli e sua família. O texto inicia da seguinte forma:

“E veio um homem de Deus a Eli e disse-lhe: Assim diz o SENHOR: Não me manifestei, na verdade, à casa de teu pai, estando os israelitas ainda no Egito, na casa de Faraó?”
E continua até o versículo 36...

Nesta ocasião fala-se dos filhos de Eli, Hofni e Finéias, que eram sacerdotes dentro de Israel, mas não tinham o proceder digno de homens de Deus... E mesmo sendo o proceder deles pecaminoso diante do Pai, o sumo-sacerdote Eli, pai dos moços, não tomava providências... Lendo o texto todo você pode acompanhar toda a profecia e o impacto dela sobre à casa dos levitas de Israel e sobre a vida e família de Eli...

Bem, não é exatamente ao fato da falha de Eli e do pecado dos seus filhos que eu quero me prender... Mas sim ao proceder do primeiro referido do texto: O homem de Deus...

Na Bíblia não há registros de nome, família, idade, tribo, nada desse homem... Somente o descreve como sendo um "homem de Deus"...

Mas porque o autor de Samuel o descrevia como "homem de Deus"?

Pelo seu proceder e pela força de sua palavra, que no momento não era sua, mas sim advinda de Deus... A intensidade do que ele profetizou sobre à casa do Sumo-sacerdote era tremenda, concreta, transformadora e, além de tudo, muuuito perigosa lol Pense você que ele estava falando contra a família do SUMO-SACERDOTE de Israel, na época uma das maiores autoridades em meio ao povo... E mesmo assim não teve medo de se posicionar, pois ele sabia por Quem ele estava falando e o que ele ansiava...
E uma outra coisa também interessante é que O QUE ELE ERA SOBREPUJAVA ATÉ QUEM ELE ERA...
Ele era tão homem de Deus que, ou por não se saber um nome ou outro motivo qualquer, ele somente precisava ser identificado como homem de Deus, porque era isso q ele vivia e deixava transparecer no seu testemunho...

A visão do verdadeiro homem de Deus funciona dessa forma õ/ Ele não vê o que esse mundo pode trazer pra ele, nem o que oferece perigo contra sua carne, porque o que ele anseia não está nesse mundo... A sua visão está toda na esperança de ver a face daquele que um dia deu a todos nós a possibilidade de salvação e vida eterna...

Muitas vezes confundimos "vida em abundância" com vida longa neste mundo... A vida que ele quer nos dar está muito além do que pensamos e q muitas vezes buscamos aqui nesta terra... É eterno e maravilhoso...

Sejamos também homens e mulheres de Deus, sem nome, sem tribo, sem vontade própria, a não ser a vontade de escrever a história do Pai nesta terra...

O que aquele homem pensava afinal? Morrer aqui, para viver lá...

“Quem achar a sua vida perdê-la-á, e quem perder a sua vida por amor de mim achá-la-á. Mt 10.39"

Pensemos nisso! Deus abençoe vocês, povo maravilhosão õ/ =D

Ítalo Marinho

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Super-homem de meia-tigela.


André Veríssimo

"Então Deus me disse: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo." (Apóstolo Paulo - II Coríntios 12:9)

Existem pessoas que vivem fora da realidade, como as estórias do super homem, ou se preferir, superman (aquele simples repórter do Planeta Diário, que tem super poderes e que combate o mal!). Arrisco em pensar que muitas pessoas gostariam na verdade de serem simples mortais, mas com super poderes, como o superman... Você já parou alguma vez para pensar nisso?! Não!? Então, pense agora: se você um simples ser humano pudesse ter 03 super poderes, quais você escolheria?! Poder para voar?! Super força?! Visão além do alcance?! Poder para ler os pensamentos das pessoas?! Ser super veloz para fazer as coisas?! Poder para controlar as tempestades?! outros?!

Muitas pessoas querem se mostrar "super", por medo de expor suas fraquezas, porque tem dificuldades de assumir sua humanidade. Somos assim na maioria das vezes, criamos personagens para impressionar as outras pessoas e criar uma boa e positiva imagem de nós mesmos, para sermos bem aceitos. Temos na verdade pavor da possibilidade de sermos rejeitados, quando as pessoas descobrirem o que na verdade somos, e nossos terríveis defeitos. E nesta triste situação maquiamos nossa realidade e nos apresentamos como um "super alguma coisa" (invente um super herói para você!). Esse pecado tem alguns nomes: auto-suficiência, orgulho, soberba, arrogância, mentira, engano, etc.

É aquela mulher que se julga a mais linda, a super sensual, que abusa da sua imagem para seduzir, chamar a atenção, ser desejada, simplesmente porque só tem a embalagem, a capa da revista, mas não tem conteúdo nenhum, não possui bons valores em si e seu caráter é corrompido e desprezível. E quando descobrem o que na verdade ela é, passa a ser tratada como um mero objeto sexual.

Há pessoas que são verdadeiros artistas da vida, pois vivem representando uma boa imagem, um bom papel no teatro da vida, mas quando chegam ao camarim da solidão, borram a maquiagem com lágrimas de sua triste condição humana: elas não são na verdade o que todo mundo pensa que elas são, tudo não passa de uma farsa bem montada para comprar a aceitação da opinião pública. Essa situação é uma verdadeira prisão da alma, porque a mentira aprisiona, porém a verdade liberta de toda escravidão.

Pare um minuto e pense: qual é a fraqueza que você esconde das pessoas, para não ficar vulnerável?!

Saiba de uma verdade: Deus te ama e te aceita do jeito que você é, com todos os defeitos, fraquezas e pecados que você possui. Deus é perfeito e te ama com todas as suas imperfeições. O mais importante nessa vida é ser aceito por Deus.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Onde está o amor?


O amor é descrito nos livros, proclamado nas poesias, cantado na musica, filmado no cinema. O amor é o fenômeno psicológico mais procurado da história, mas é o menos compreendido.
Reis procuram o amor no poder, mas súditos morrem de angustia. Famosos o buscam nos aplausos, mas muitos morrem solitários. Ricos tentam comprá-los com sua fortuna, pois o dinheiro compra o mundo, mas não o sentimento de vida. Poetas procuram encontrá-los nas letras, mas muitos se despedem da vida sem poesia. Cientistas o colocam na prancheta das suas idéias, mas nunca conseguem entendê-lo.
Para muitos, o amor não passa de uma miragem no árido solo de suas emoções. Eles o procuram de forma errada e nos lugares errados. Acham que ele se esconde nas grandes coisas, mas ele sempre está presente nas coisas simples, diminutas, quase imperceptíveis. Ele sempre está presente nos sorrisos das crianças, nos beijos das mães nos consolos dos amigos, nas dádivas do criador.
Onde está o amor singelo, ingênuo, arrebatador que resgata o sentimento da vida e nos faz sorrir, mesmo quando temos motivos pra chorar? Onde está o amor que nos faz acorda pela manhã e dizer que a vida é maravilhosa, apesar de todos os problemas? Onde está o amor que nos faz ter esperança em alguém, mesmo quando sofremos decepções? Onde está o amor que transforma o trabalho num oásis, mesmo sob o calor da competição e das relações tensas? Onde está o amor que nos faz ver que a vida é uma janela para eternidade, mesmo quando estamos chorando copiosamente pela perda das pessoas que amamos?
Jesus não deixou nenhuma marca, senha ou dogma religioso para indicar seus discípulos, somente o amor: “Nisto conheceres que vós sois meus discípulos, se amardes uns aos outros”. O verdadeiro discípulo não era o que errava menos, o mais ético ou o mais puro, mais aquele que amava.
Uma pessoa podia fazer orações o dia inteiro, elogiá-lo e ser um pregador de suas palavras, mas, se não tivesse o amor, não era um discípulo, mas apenas um mero admirador. 

Rodrygo Gonçalves

sábado, 29 de maio de 2010

O Plano da Salvação e o Futebol

  Rodrygo Gonçalves

Antes de tudo, e de todos existirem havia apenas Um, Aquele que sabe todas as coisas, Este teve uma Grande idéia, Ele criou os Céus, Terra e o Futebol. Por muito tempo Ele Jogou só em um campinho chamado planeta Terra, mas que sentido tem bater bola sem um parceiro? Como montar um time sem outros jogadores? Foi ai a segunda grande idéia, ele criou o Homem, Adão foi o primeiro jogador de um time que foi sonhado pelo criador do universo, mas pra ter um Time precisamos de um estádio, antes de Criar o homem, Ele criou um estádio chamado jardim do Édem. Começou o treino, o técnico era ninguém mais ninguém menos que o Grande Criador do Jogo. Que deixou bem claro que existia uma regra, que não podia ser quebrada.

Logo no jogo de estréia aquilo que não podia acontecer, aconteceu. A regra foi quebrada. Influenciado pelo jogador do time rival o homem fez a primeira falta, apareceu o pecado. Mas junto com o pecado veio as conseqüência do pecado, apareceu o cartão vermelho, o Homem foi expulso do Jogo, e levou uma suspensão do jardim do Édem, foi quando longe do seu Treinador, o homem começou a jogar em outros campos. O Treinador ficou sem time, e o time sem Treinador.

Varias foram às tentativas do time de voltar a ser treinado pelo autor do Jogo, uma delas foi à construção de uma torre, chamado de “Torre de Babel”, mas como já era de se esperar não deu certo. O Treinador e Autor do Jogo, tentando uma solução resolveu convocar um homem chamado Abraão e com ele formar um time, mas existia outros jogadores, aquela seleção ainda não estava completa. Existiam jogadores a serem convocados.

De longe o treinador continuou a observa seus jogadores com peso no coração, vendo que eles, por mais que tentassem não seriam vitoriosos sozinhos. Esses Jogadores tentando preencher o espaço vazio deixado pelo seu verdadeiro treinador criaram outros treinadores pra si, treinadores que não tenham mãos, para apalpar, ouvidos para ouvir, olhos para ver e boca para falar, por eles nada poderiam fazer.

O Time do Criador do Jogo era um time sem disciplina, aquele time só trazia dor de cabeça para Ele, já não agüentava mais de saudade do restante de seus jogadores.

Foi quando o Treinador não agüentou mais ver a derrota daqueles que estavam longe, pois estavam todos lesionados e contundidos. Veio então, terceira Grande idéia, Ele o Autor do Jogo resolveu entrar em campo, jogar pelos seus jogadores que já não agüentavam mais. Como um autor de estórias em quadrinhos virando personagem, o Autor do Jogo virou Jogador. Pegou as chuteiras que estavam penduradas, vestiu a camisa numero dez e entrou no Jogo.

E Ele levou sobre si todas as nossas contusões, todas as nossas lesões o cartão vermelho que nos traz a paz estava sobre Ele e pelas travas de suas chuteiras nos fomos sarados.”

O Autor do Jogo morreu pelos nossos pecados, mas ressuscitou, marcou o Gol da Vitoria e saiu de campo para voltar a ser treinador. Hoje está nos convidando a fazer parte deste time que continua incompleto, pois falta você. Venha, seja treinado pelo Autor do Jogo e faça parte de um time “que não é apenas vencedor, mas é mais que vencedor”.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Missão QUASE cumprida


Hermes C. Fernandes

Fico imaginando o quanto deve ser difícil para um âncora de telejornal transmitir uma notícia triste. Recentemente, estava assistindo a um telejornal matutino, quando a âncora (uma das mais prestigiadas do Brasil) teve que dar uma notícia triste, seguida de uma alegre. Além de jornalista, ela teve que ser uma ótima atriz. Seu semblante e tonalidade de voz mudaram drasticamente, para que as notícias fossem transmitidas com credibilidade.

Somos portadores da mais importante notícia de todos os tempos: as boas-novas do Reino de Deus. Anunciamos ao Mundo que o Filho de Deus entregou Sua vida por nossos pecados, ressuscitou e está, agora mesmo, reinando soberanamente sobre toda a Criação. Não se trata de uma notícia simples de ser dada, porque envolve aspectos positivos e negativos. A Cruz de Cristo revela, ao mesmo tempo, nossa malignidade e a bondade de Deus.

Olhando para a Cruz, vemos o que a sociedade humana é capaz de fazer a alguém que só falava de amor, o mais perfeito ser que passou por este mundo. Tal notícia deveria corar nossa face de vergonha. A Cruz denuncia nosso grau de perversividade.

Mas ela também nos revela o mais elevado amor. Deus não desistiu de nós! Vejam do que Ele foi capaz para demonstrar o quanto nos ama e Se importa com nossas dores e sofrimento.

Pela Cruz, nossa dívida foi paga. Nossa comunhão com Deus foi reatada. Tem notícia melhor do que esta?

Quem estaria apto a transmitir uma notícia tão poderosa e subversiva quanto esta?

Davi havia eleito Aimaás, filho do sacerdote Zadoque, para ser quem lhe traria notícias do campo de batalha (2 Sm.15:36).

Quando Absalão, o filho usurpador de Davi, morreu pelas mãos de Joabe enquanto estava preso pelos cabelos em uma árvore, Aimaás se ofereceu para levar a notícia ao Rei. Porém, não era uma notícia comum. Era, ao mesmo tempo, uma boa e uma má notícia. Boa, porque o inimigo do rei morrera. Ruim, porque o tal inimigo do rei era ninguém menos que seu próprio filho.

Como transmitir esta notícia?

Pelo que o texto indica, Aimaás não estava muito preocupado com isso. Pra ele, bastava dizer: “O Senhor te livrou do poder dos teus inimigos”.

Mas Joabe sabia que não era tão simples assim. Percebendo a inaptidão de Aimaás, Joabe sentenciou: “Tu não serás hoje o portador das novas. Outro dia as levarás, mas hoje não darás a nova, porque é morto o filho do rei” (2 Sm.18:20).

Somos comissionados por Deus a anunciar a Morte do Filho de Deus até que Ele venha (1 Co. 11:26). A morte de Cristo é o cerne do Evangelho. Paulo tinha consciência da seriedade disso:“Pois nada me propus saber entre vós, senão a Jesus Cristo, e este crucificado. E eu estive convosco em fraqueza, e em temor, e em grande tremor” (1 Co.2:2-3).

Anunciar a morte do Filho do Rei deve ser encarado com a devida seriedade.

Em vez Aimaás, Joabe preferiu comissionar um etíope anônimo. Deve ter sido uma ofensa para alguém tão importante como Aimaás, filho do sacerdote, ser preterido por um etíope.

“Disse Joabe a um etíope: Vai tu, e dize ao rei o que viste. O etíope se inclinou diante de Joabe, e saiu correndo” (2 Sm.18:21).

Deus tem seus critérios de escolha. Ele não está preso às convenções sociais. De acordo com Paulo, “Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias; Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes. Deus escolheu as coisas vis deste mundo, e as desprezíveis, e as que não são, para aniquilar as que são; para que ninguém se glorie perante ele” (1 Co.1:27-29).

Quando o etíope se viu comissionado, a primeira coisa que fez foi se inclinar, humilhando-se diante daquele que lhe confiou tão nobre missão. Em seguida, saiu em disparada.

Aimaás não aceitou ser preterido. Como um humilde e insignificante etíope poderia substituí-lo? E todos os anos gastos no tabernáculo? E a educação primorosa que recebera? A seu ver, tudo quanto vivera até aquele instante, preparou-o para ser portador daquela mensagem. Ele não podia deixar barato.

“Insistiu Aimaás, filho de Zadoque: Seja o que for, deixa-me também correr após o etíope. Mas Joabe respondeu: Por que correrias tu, meu filho? Não receberás nenhuma recompensa pelas notícias?” (v. 22).

A questão agora não era se seria ou não recompensado. O que o incomodava era ter sido substituído por alguém que ele considerava desqualificado. Portanto, era uma questão de honra. Olhando firmemente para Joabe, respondeu: “Seja o que for, disse Aimaás, correrei. Disse-lhe Joabe: Corre. Aimaás correu pelo caminho da planície, e passou adiante do etíope” (v. 23).

- Ok, Aimaás. Você venceu! Se quer ir, vá!

- Deixa comigo! Você não vai se arrepender! Ninguém melhor do que eu para cumprir esta missão.

Por causa de sua insistência, Joabe fez uma concessão.

Comissão x Concessão

Enquanto o etíope tinha uma comissão, Aimaás recebera uma concessão. Ser comissionado é receber uma missão, um propósito. Já a concessão é uma permissão.

Cabe aqui uma reflexão acerca das atividades com as quais estamos envolvidos em nosso dia-a-dia. Estaríamos nelas por comissão ou por concessão? Se fomos comissionados, nossa trabalho nos proporcionará prazer. Mas se entramos em algo apenas por uma concessão divina, sem termos sido vocacionados para aquilo, aos poucos o prazer se transformará em enfado.

Nossa existência precisa servir a um propósito, que nos servirá de motivação até o cumprimento de nossa missão.

Até hoje, os etíopes são famosos por sua habilidade atlética. Muitos dos campeões olímpicos de atletismo são etíopes. Imagino que para alcançar e ultrapassar aquele atleta africano, Aimaás deve ter se esforçado ao máximo. Ele tinha que provar pra todo mundo, inclusive para si mesmo, que era capaz de dar conta daquela missão.

Pra ele, tudo não passava de uma competição. Era isso que o estimulava a correr.

Ele sequer teve tempo de pensar em como daria aquela notícia ao Rei Davi.

“Davi estava assentado entre as duas portas, e a sentinela subiu ao terraço da porta junto ao muro e, levantando os olhos, viu um homem que corria só. Gritou a sentinela, e o disse ao rei. O rei respondeu: Se vem só, deve trazer boas notícias. E o mensageiro aproximava-se cada vez mais. Então a sentinela viu outro homem que corria, e gritou ao porteiro, e disse: Olha, lá vem outro homem correndo só. Disse o rei: Também esse traz boas notícias” (vv.24-26).

Davi estava apreensivo. Que notícia o rei esperava receber?

Só havia duas hipóteses:

• Seu filho vive! Portanto, seu reino ainda está ameaçado.
• Seu reino já não sofre qualquer ameaça. Seus inimigos foram liquidados! Portanto, seu filho está morto.

“Disse a sentinela: Vejo o correr do primeiro, que parece ser o correr de Aimaás, filho de Zadoque. Disse o rei: Este é homem de bem, e virá com boas novas” (v.27).

Pelo jeito, Aimaás tinha uma maneira característica de correr que o distinguia dos demais. De longe foi reconhecido pela sentinela. O rei respirou fundo e disse: Se é Aimaás, a notícia deve ser boa. Ele não viria me trazer más notícias. Ele é um garoto educado entre os sacerdotes. Joabe não o enviaria com notícias ruins.

Ademais, quem se atreveria a correr sozinho para dar uma notícia ruim? Qualquer mensageiro sabia que seu pescoço estava em jogo. Se o rei não gostasse do que ouvisse, poderia ordenar a sua execução ali mesmo.

Convém recordar que Jesus orientou aos Seus discípulos a irem de dois em dois. Correr sozinho não é recomendável.

Quando se viu diante do rei, Aimaás o saudou gritando: “Paz. Inclinou-se ao rei com o rosto em terra, e disse: Bendito seja o Senhor teu Deus, que entregou os homens que levantaram a mão conta o rei meu senhor” (v.28).

Repare que ele foi bem evasivo. Não quis entrar em detalhes. Talvez tenha pensado: - Deixarei o rei tirar suas próprias conclusões.

Mas o rei não se deu por satisfeito com uma notícia tão genérica.

“Perguntou o rei: Vai bem o jovem Absalão? Respondeu Aimaás: Vi um grande alvoroço, quando Joabe mandou o servo do rei, e a mim, teu servo, porém não sei o que era” (v.29).

Covarde! Cadê o valente que se sentiu desonrado por ter sido preterido por um etíope? Por que não diz o que foi enviado a dizer? Por que esconde o jogo?

O que Aimaás queria era apenas fazer uma média com o rei.

Há muitos Aimaás em nossos dias. Gente preocupada em resguardar sua posição, em ser vista, elogiada, mas que não cumpre cabalmente a sua missão.

Já nos tempos de Paulo verificamos o mesmo fenômeno. O apóstolo denuncia aqueles que“pregam a Cristo por inveja e porfia”, que “anunciam a Cristo por contenda, não sinceramente”(Fp.1:15,17).

Aimaás estava tão preocupado com sua performance como atleta, em chegar primeiro que o etíope, que não se preocupou em dar a notícia com precisão.

É melhor chegar em segundo, mas cumprir a missão, do que chegar em primeiro e deixar a desejar.

O texto que Davi ordenou que Aimaás se colocasse ao seu lado, enquanto esperava a chegada do outro mensageiro. A mesma coisa se sucede à igreja, quando perde a credibilidade e sua mensagem deixa de ser pertinente. Ela é posta de lado do processo histórico. Deixa de ser protagonista, para ser expectadora.

Enquanto Aimaás se colocava ao lado de Davi achando que cumprira sua missão, “chegou o etíope, e disse: Ouve, senhor meu rei, a boa notícia. Hoje o Senhor te livrou do poder de todos os que se levantaram contra ti. Perguntou o rei ao etíope: Vai bem o jovem Absalão? Respondeu o etíope: Sejam como aquele jovem os inimigos do rei meu senhor, e todos os que se levantam contra ti para te fazerem mal. Então o rei, profundamente comovido, subiu à sala que estava por cima da porta, e chorou: E andando, dizia: Meu filho Absalão, meu filho, meu filho Absalão! Quem me dera que eu morrera por ti, Absalão, meu filho, meu filho!” (vv.31-33).

A coragem que faltou em Aimaás, sobrou no etíope.

Ainda que perdesse a vida, pelo menos cumprira a sua missão. É com gente assim que a causa do reino necessita. "Homens que já expuseram as suas vidas pelo de nosso Senhor Jesus Cristo"(At.15:26); que amem mais sua missão do que sua própria existência (At.20:24).

A notícia que trazia ao rei era tanto boa, quanto ruim, pois anunciava, ao mesmo tempo, a derrota dos inimigos do rei, e a morte de seu filho. O etíope foi sábio ao partilhá-la. Soube usar as palavras de maneira tal, que o rei não lhe fez mal algum.

Qual foi a reação de Davi? Ele se angustiou, e andando de um lado para o outro, sentiu-se culpado pelo triste destino que teve seu filho.

E qual tem sido a reação do Mundo à nossa mensagem? Tem havido arrependimento? As pessoas se sentem culpadas por haver morrido o Filho do Rei? Elas se sentem responsabilizadas pela Cruz? Sentem que fora seu pecado que expusera o Filho de Deus ao vitupério?

Ora, se não houver arrependimento, tristeza, vergonha, culpa, também não haverá conversão.

O objetivo de nossa mensagem não é fazer com que as pessoas se sintam bem consigo mesmas, mas despertá-las em sua consciência, para que se convertam a Deus. Como disse Paulo: "A tristeza segundo Deus opera arrependimento para a salvação" (2 Co.7:10a).

Assim como Absalão, Cristo foi morto em uma árvore, levantado entre o céu e a terra, não por haver se rebelado como ele, mas por obediência ao Pai, a fim de que nossos pecados fossem devidamente tratados e perdoados.

Quando olhamos para Cruz e vemos nossa maldade exposta, nos arrependemos. E quando vemos a bondade de Deus, nos convertemos.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Quem é o cantchô?


Quero pedir perdão aos leitores do Belém pra Jesus, pois já a algum estava com problema com a minha internet, por isso não estava atualizando o Blog.